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Capa do livro    
Título/Resp.:

Do mapa cor de rosa à Europa do Estado Novo : diplomacias, macroeconomia... e ainda o colonato judaico para Angola / Álvaro Henriques do Vale

Autor(es):

VALE, Álvaro Henriques do

Publicação:

Lisboa: Chiado Editora, 2015

Desc.Física:

511 p. : il.; fotos ; 22 cm

ISBN:

978-989-51-1965-3

Notas:

Do mapa cor-de-rosa à Europa do Estado Novo abarca o período entre 1871 a 1939, com um tronco comum - a unificação da Alemanha por Bismarck e a sua emergência como potência económica, procurando ser contrapoder à pax britanica. Até 1913, esta Alemanha verá as suas exportações aumentarem 250%, o triplo da Grã-Bretanha! Mais de 60% deste estudo baseia-se em despachos diplomáticos investigados no Arquivo Histórico-Diplomático do Ministério dos Negócios Estrangeiros, e passa em análise o último quartel século XIX peninsular, a nova geopolítica de África saída da Conferência de Berlim em 1885 e, as influências prussianas no dossiê Mapa cor-de-rosa. Fala-se da bancarrota portuguesa de 1892 e das República do Transval e Orange pretenderem comprar parte da dívida pública portuguesa... Surge entretanto a guerra anglo-boer, onde o jovem Winston Churchill é prisioneiro de Pretória, na qualidade de repórter do Morning Post. O tema tem implicações transversais à doutrina Monroe, quando os EUA despojaram a Espanha de Cuba, Porto Rico e Filipinas... enquanto os bóers perdiam a independência. Mas continuava a disputa pela pela Baia dos Tigres (sul de Angola), e pela Delagoa Bay ( Lourenço Marques), onde por duas vezes esteve iminente um conflito à escala mundial. A paz seria salva pela acção diplomática do rei D. Carlos I e Luís de Soveral, seu embaixador em Londres. Destaque para o dossiê internacional sobre o colonato judeu para Angola, aprovado pelo Parlamento da República em 1912 e suspenso devido à Primeira Guerra.. e retomando nos anos 30 pela ditadura militar. Descobre-se as figuras de Armindo de Sttau Monteiro e Rui Ennes Ulrich, professores de Finanças Públicas e grandes pilares de Oliveira Salazar, tanto em matéria legislativa, como no campo ministerial e diplomático.
Fomos encontrar César Sousa Mendes (irmão gémeo de Aristides Sousa Mendes) como ministro dos Estrangeiros em 1932 e mais tarde embaixador em Varsóvia... quando a Polónia pretendia administrar o hipotético colonato judaico no planalto do Bié! Depois, é a diplomacia portuguesa durante a guerra civil de Espanha, a acção do ministro Armindo Monteiro, anglófilo e estratega na política externa portuguesa, ostracizado... por divergências com Salazar. Inclui também items sobre a Espanha de Afonso XIII; as duras críticas do economista Keynes ao Tratado de Versalhes; a reconversão do marco alemão em 1923 pelo génio Schacht, que recusaria ser chanceler da Alemanha; a Frente Popular e a ascensão de Franco e, sua visão macroeconómica quanto ao futuro de Espanha, fechando com os elefantes brancos do império e o programa Kennedy para Angola.[autor]

DATA PUBLICAÇÃO:

2015

LÍNGUA:

POR

Monografias  
COTALOCALIZAÇÃOCÓDIGO BARRASOBS.ESTADO
SL963Sala de Leitura - DAB300100025516 Livre
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